Também entendeu a 3ª Turma do STJ que “conduta da agressão, verbal ou física, de um adulto contra uma criança ou adolescente, independe de prova e caracteriza atentado à dignidade dos menores”. A ação de compensação de danos morais foi proposta contra uma adulta que agrediu uma criança de dez anos com um tapa na cara, por ter a vitima brigado com sua filha. A recorrida não negou os fatos, mas alegou que “agiu em decorrência do estado emocional, bem como em legítima defesa”. O STJ não acatou tal entendimento e manteve a condenação.